Quando não vale pegar empréstimo
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Quando não vale pegar empréstimo

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Uma parcela pequena pode pesar no seu bolso por meses ou anos. O crédito resolve urgências imediatas, mas exige cuidado.

Antes de contratar, compare o custo total do empréstimo. Veja os juros e encargos das dívidas que quer quitar.

O empréstimo vale a pena se reduzir os custos da dívida. Também deve caber no seu orçamento, com taxas e prazo adequados.

Entender quando não pegar empréstimo evita decisões que aliviam só hoje. Isso pode apertar seu orçamento no mês seguinte.

Sinais de que o crédito vai apertar mais do que resolver

Antes de aceitar uma proposta, liste suas dívidas e anote os juros de cada uma. Querli Tolfo, especialista em Educação do Ailos, recomenda esse cuidado. Ele sugere que você compare o custo atual com o do novo crédito.

Desconfie se a instituição não informar o custo total do empréstimo. Também se a parcela comprometer seu orçamento por muito tempo.

Para avaliar o risco de pegar empréstimo, considere juros, taxas e prazo. Não foque apenas no valor mensal.

Quando pensar em evitar empréstimo, compare os valores reais das suas dívidas com a proposta recebida. Sem taxas ou percentuais claros, a decisão depende dessa análise.

Como testar se a parcela cabe de verdade no seu mês

Peça ao banco uma simulação para o valor de que precisa. Compare a prestação e o prazo com seu orçamento. Não conte com renda incerta ou gastos que pretende cortar depois.

Tire o essencial, as dívidas atuais e ainda sobre uma folga

Subtraia do salário os gastos básicos, como moradia, alimentação, transporte e contas da casa. Inclua as dívidas que continuarão em aberto. Veja quanto sobra para a nova parcela.

Essa conta precisa funcionar por todo o prazo do contrato. Se pesquisar “parcela alta emprestimo”, avalie o peso da prestação no orçamento, mês a mês.

Se a conta só fecha no otimismo, não contrate

Considere despesas que podem surgir e mudanças na renda. Se a parcela só cabe ao ignorar contas ou depender de cortes difíceis, não conte que pode pagar.

Alternativas que valem tentar antes do contrato

Antes de pedir crédito, veja se existe uma solução que impacte menos seu orçamento.

Um empréstimo para emergência pode parecer rápido, mas negociar dívidas e rever gastos evita novas parcelas.

Negociar dívida, cortar gasto e usar reserva primeiro

Converse com seus credores e peça opções para pagar parte ou todo o saldo.

Peça também para ampliar o prazo de pagamento.

Comece pelas dívidas com juros mais altos e aceite parcelas que caibam no seu orçamento.

Revise gastos não essenciais e use a reserva financeira, se possível.

Deixe uma quantia para imprevistos, evitando recorrer a crédito para despesas urgentes.

Cuidado com empréstimo para cobrir outro empréstimo

Trocar várias dívidas por uma só pode fazer sentido se o novo crédito tiver juros bem menores.

Compare o custo total, o prazo e o valor das parcelas antes de assinar.

Não contrate só para juntar contas em um boleto.

Se a prestação pesar ou o prazo aumentar muito, o empréstimo para emergência pode prolongar o endividamento.

Se ainda for pedir: o mínimo que você precisa travar no contrato

Antes de aceitar, faça uma simulação de crédito em diferentes instituições. Compare juros de empréstimo, prazo, valor das parcelas e todas as taxas cobradas.

Confira o custo total e veja se a parcela cabe no seu orçamento durante todo o prazo. Não conte só com o orçamento deste mês.

Se a conta depender de cortar gastos essenciais ou de uma renda incerta, reavalie a proposta.

Se pretende quitar dívidas, procure os credores e negocie diretamente antes de fechar o contrato.

Com o dinheiro disponível, você pode apresentar uma proposta de pagamento. Compare as condições com o custo do novo empréstimo.

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