Como usar empréstimo para quitar dívidas
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Como usar empréstimo para quitar dívidas

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Quando juros e multas crescem, o saldo pode subir mesmo depois de pagar parte das contas atrasadas.

Se há várias parcelas em aberto, anote quanto deve a cada credor antes de assumir outro compromisso.

Um empréstimo para quitar dívidas pode trocar cobranças caras por uma parcela mensal. Mas não garante economia por si só.

Antes de aceitar a oferta, peça descontos aos credores. Compare o valor final com o custo do novo crédito.

Um empréstimo para pagar dívida só faz sentido se o total cair, a parcela couber na sua renda e você não voltar a usar o limite.

Quando juntar dívidas em um contrato reduz o aperto

Se você deve no cartão, no cheque especial e em outros contratos, precisa lidar com juros, multas e datas diferentes.

Fica mais difícil saber quanto sai do seu bolso a cada mês.

Segundo a Ailos, cartão e cheque especial podem cobrar mais de 200% ao ano.

Ao juntar dividas em um emprestimo, você passa a acompanhar uma parcela e um prazo.

Isso pode aliviar o orçamento, mas só reduz o custo se o novo crédito sair mais barato que as dívidas pagas.

Antes de fazer a troca, anote sua renda, os gastos essenciais, o saldo e a taxa de cada dívida.

Veja também quanto você pode pagar por mês sem faltar dinheiro para o básico.

Converse com os credores antes de contratar: um desconto à vista ou o corte de multas pode custar menos.

Se a dívida veio após desemprego, queda de renda ou gastos de saúde, leve essa causa em conta ao definir a nova parcela.

Como fazer as contas antes de trocar várias parcelas por uma

Para saber se vale a pena empréstimo para quitar dívidas, olhe além do valor da parcela. Você deve comparar o custo total. Veja também quanto sobra no seu orçamento todo mês.

Some juros atuais, descontos à vista e o CET do empréstimo novo

Peça a cada credor o saldo atualizado, os encargos e uma proposta para quitar ou renegociar. Comece pelas dívidas com juros mais altos no mês.

Depois, peça ao novo credor o CET, o número de parcelas e o valor de cada uma. O CET reúne juros e outros custos.

Por exemplo, segundo a Ailos, uma taxa nominal de 1,2% pode chegar a 2,7% de taxa efetiva após custos adicionais.

Só siga se o total novo for menor e a parcela couber

Multiplique a nova parcela pelo número de meses e confira o total no contrato. Compare esse valor com o que pagaria para manter ou renegociar as dívidas. Não se esqueça dos descontos oferecidos.

Uma prestação menor pode sair mais cara se o prazo for longo. Subtraia da sua renda as despesas essenciais e os pagamentos que vão continuar.

A nova parcela só cabe se essa conta deixar uma folga para imprevistos.

Evite quitar cartão caro para depois usar o limite de novo

Se você quitar o cartão, evite usar o limite para cobrir a mesma falta de dinheiro. Assim, não acumula novas compras na parcela do empréstimo.

Passo a passo para contratar e pagar os credores no mesmo fluxo

Antes de pedir crédito, consulte as propostas de quem cobra a dívida. A Acordo Certo informa descontos de até 99% com empresas parceiras. A Recovery, do grupo Itaú, também anuncia até 99% para dívidas elegíveis.

São limites divulgados, não descontos garantidos para você.

Se o acordo não bastar, compare o custo efetivo total (CET) de cada opção de empréstimo para renegociar dívida. As taxas abaixo foram divulgadas pela Mobills e podem mudar na contratação.

Opção Como funciona Condição divulgada
Olé Consignado Parcela descontada em folha Taxas de 1,2% a 2,74% ao mês
PicPay Consignado Parcela descontada em folha Taxas de 0,99% a 1,76% ao mês
Creditas Crédito com garantia de veículo Taxas de 1,49% a 4% ao mês
Santander Empréstimo com FGTS Antecipação do saque-aniversário Taxa a partir de 1,29% ao mês
Acordo Certo Negociação com empresas parceiras Possível desconto sem novo empréstimo

Olhe além da taxa. No consignado, a parcela sai da sua renda antes de você recebê-la. Com garantia, o veículo passa por análise.

Ele pode ficar em risco se você não pagar. Já a antecipação do FGTS compromete parte do saldo futuro.

Antes de assinar, confira a instituição nos canais do Banco Central. Leia o contrato com atenção. Recuse mudanças no valor, prazo ou nas cobranças propostas.

Peça apenas o valor necessário no empréstimo para renegociar dívida. Assim que receber o recurso, pague os credores conforme os acordos.

Guarde cada comprovante de quitação para sua segurança.

O que fazer depois para o nome limpar e a dívida não voltar

Depois de pagar, peça a cada credor a confirmação de que a dívida foi quitada. Acompanhe seu CPF nos serviços de proteção ao crédito. Contratar um empréstimo não tira a restrição automaticamente.

O Itaú informa que seu nome pode ser limpo em até cinco dias após a renegociação. Confira as regras do seu acordo. Acompanhe o prazo após o pagamento.

Antes de assumir o novo contrato, analise além da parcela. Na vitrine da Mobills, o consignado PicPay tem juros de 0,99% a 1,76% ao mês.

O empréstimo pessoal Jeitto indica juros de 15% ao mês. Cada oferta é diferente e depende da aprovação e das condições de contratação.

Negocie descontos, compare o CET e o total a pagar. Quite todos os credores para limpar seu nome.

Depois, reserve no orçamento a parcela do empréstimo e as despesas essenciais. Não desvie o dinheiro para outros gastos. Evite usar o crédito que causou a dívida novamente.

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